Gabriela Duarte reinventa clássico feminista no teatro

A montagem "O Papel de Parede Amarelo e Eu", protagonizada por Gabriela Duarte em seu audacioso primeiro solo teatral, reinventa o conto clássico de Charlotte Perkins Gilman (1860-1935) escrito em 1892 como uma experiência cênica visceral que funde teatro físico, performance e instalação. A atriz, conhecida por sua trajetória na televisão, mergulha no papel da protagonista com uma entrega que vai além da interpretação: seu corpo torna-se o território onde se desenrola a batalha entre sanidade e opressão, ecoando a própria jornada da artista ao se reinventar no palco. Leia mais (04/03/2025 - 11h00)

Apr 3, 2025 - 15:51
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Gabriela Duarte reinventa clássico feminista no teatro
A montagem "O Papel de Parede Amarelo e Eu", protagonizada por Gabriela Duarte em seu audacioso primeiro solo teatral, reinventa o conto clássico de Charlotte Perkins Gilman (1860-1935) escrito em 1892 como uma experiência cênica visceral que funde teatro físico, performance e instalação. A atriz, conhecida por sua trajetória na televisão, mergulha no papel da protagonista com uma entrega que vai além da interpretação: seu corpo torna-se o território onde se desenrola a batalha entre sanidade e opressão, ecoando a própria jornada da artista ao se reinventar no palco. Leia mais (04/03/2025 - 11h00)